Love, love look what you’ve done to my heart…

sábado, 18 de dezembro de 2010

Eu me importo sim, porra!


Tanta coisa para dizer. Tantos sentimentos. Mas as palavras não saem. O choro fica engasgado na garganta e eu me torno a bruxa feia da estória mais uma vez. A sem sentimentos. A fria. A indiferente. A cruel...Sempre a cruel. E eu me sinto tão cansada. Ninguém viu, ninguém nunca vê, mas eu chorei a falta de todos. Sofri a falta que todos me causaram. E de repente o mundo cor de rosa sumiu e passei a ver tudo no preto e branco. Fiquei confusa, mas não demonstrei. Eu jurei não demonstrar fraqueza. E todos que disseram me conhecerem bem, que disseram me enxergar, não puderam ver em meus olhos a tristeza que a falta deles me causava... De repente eu vi todos se afastando. Sou um ser tão ruim assim? Sou tão cruel e desprezível a ponto de ninguém suportar está perto? Ah, quisera eu nem ter me habituado a multidão. Antes eu era tão só e estava bem. Mas eles chegaram, fizeram festa, eu me habituei a festa e a presença de cada um. Então a festa começou a ficar sem graça e todos partiram. E eu sinto falta da festa... E eu sei que sou extremamente chata, que não valho muito esforço, mas eu queria que todos soubessem que eu entendo-os, entendo-os eu não os culpo, e é por entender que não faço nada para provar o contrário, só quero que fiquem bem, e também seria bom se soubessem que eu me importo, mesmo não parecendo, eu me importo, sempre me importei.

Anne.

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