Hoje eu pude entender que o problema não está na vida, na minha vida, nem nas pessoas e suas atitudes egoístas e medíocres. O problema está em mim. É em mim que habita essa coisa que não me deixa seguir sem olhar para traz. É em mim que está essa vontade de voar nesse mar profundo e escuro. Essa coisa que não me deixa ser feliz com os sorrisos do presente sem lembrar das lágrimas do passado. E nem todas essas pessoas bonitas e legais que agora conheço, podem ocupar o vazio que os chatos e feios de outrora causaram em mim. Ainda vive em mim essa necessidade de precisar dos fantasmas. Esse louco hábito de me torturar com as canções de Ólafur, Adriana e Alanis.
O dia está calmo e triste, e já ouço as ovelhas de Floyd me mandando brilhar.
Shine on you crazy diamond.

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