Se eu ao menos pudesse acalmar tua alma, amenizar tua dor, te fazer dormir em paz... Talvez assim, eu pudesse encontrar as respostas, as drogas ideais, e assim eu poderia também me curar, curar todas as doenças e feridas que trago na alma.
Mas não posso, e assim vou indo, te vendo morrer a cada suspiro, e vou também morrendo a cada canção.
E assim, meus dias, seus dias, vão se transformando em uma nova morte. Vez ou outra há algumas tentativas de ressuscitar. Vezes nossas, vezes de outros, mas no fim, acabamos lá de novo. Deitadas, quebradas, despedaçadas, caídas, morrendo a cada segundo.
E eu não sou fria ou demasiadamente triste.
É que eu apenas sinto demais.
Assim como tu.
É que eu apenas sinto demais.
Assim como tu.
Anne.

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