Anne,
Confesso que já estava sentindo saudades, mas prefiro não ter notícias tua ao invés de saber de tua tristeza.
Fiquei preocupado, muito, ainda mais porque não me falou o motivo de tamanha tristeza.
Fui até o teu Orkut na ânsia de poder descobri e entender o que se passa, então olhei teus depoimentos... Um em especial me chamou muita atenção, o de Mellissa.
Não sei se foi verdadeira, mas ela acertou em cheio no depoimento.
Cheguei a pensar/imaginar que Caio Fernando de Abreu, de alguma forma, pensava em ti quando escreveu tais palavras:
Ele sentiu o mesmo que sempre sinto quando estou contigo. Tua tristeza e alegria se entrelaçam de uma forma que já não sei viver sem elas. Tua tristeza me faz sentir. Enlouquece-me e me perturba. Tua alegria é algo que não há igual. Tu me fascinas. Tens-me como ninguém nunca teve.
Estou sempre aqui, esperando por teu momento de tristeza e solidão. Estou sempre esperando por teu sorriso, tuas lágrimas...
Tu és a música que Ólafur jamais tocou... A mais sublime, mais perfeita, mais triste... A mais perturbadora envolvente e apaixonante.
Tudo aquilo que sinto e não sei colocar em palavras.
A lágrima...
Sinto muito ao ver que já não confias em mim.
Sinto-me inútil.
Mas espero que você volte o mais breve possível.
Fique bem, minha menina... Porque só assim terei paz.
Um triste olhar e um forte abraço,
Bruno.
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